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Palatnik | Revista Bamboo


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Em 1948, o jovem Abraham Palatnik retorna ao Brasil após estudar arte na Palestina. Se considera um artista completo, capaz de pintar com maestria paisagens, retratos e naturezas-mortas. Até que visita o Hospital Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro, e descobre a pintura desenvolvida como terapia ocupacional no tratamento psiquiátrico. O que vê são expressões do interior, e não representações do exterior; manifestações fortes do subconsciente. Toda a sua concepção de arte se esvai naquele momento. Infeliz com a própria produção, descobre a arte cinética e um novo caminho se abre a sua frente.
Esta história já foi contada por Palatnik inúmeras vezes: em vídeos no YouTube, entrevistas para jornais, textos de catálogos de exposições. Mas merece ser relembrada por ocasião da exposição Abraham Palatnik – Referência Mundial da Arte Cinética, que acontece na Fundação Iberê Camargo, de 2 de julho a 4 de outubro, Porto Alegre. Trata-se de uma grande retrospectiva, com 78 obras produzidas entre 1940 e 2000.


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